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De O Verbo

De acordo com matéria do jornal egípcio ‘Al-Ahram’, arqueólogos descobriram moedas antigas que trazem o nome e imagem do José bíblico.

Versos corânicos indicam claramente que moedas eram utilizadas no Egito na época de José.Em uma descoberta sem precedentes, um grupo de pesquisadores e arqueólogos egípcios encontrou um depósito de moedas da época dos faraós. Sua importância reside no fato de que ela fornece prova científica decisiva desaprovando a alegação de alguns historiadores de que os egípcios antigos não estavam familiarizados com moedas e que realizavam o comércio por meio de escambo.

“Os pesquisadores descobriram as moedas quando examinavam milhares de pequenos artefatos arqueológicos armazenados nos [cofres do] Museu do Egito. [Inicialmente] eles consideraram os artefatos como amuletos, mas um exame detalhado revelou que as moedas traziam cunhados o ano e seu valor, ou efígies dos faraós [que governaram] na época que foram cunhadas. Algumas das moedas são datadas da época quando José viveu no Egito e estampam seu nome e retrato.

Costumava haver um conceito errôneo de que o comércio [no Egito Antigo] era realizado por meio do escambo, e que o trigo egípcio, por exemplo, era trocado por outras mercadorias. Mas de maneira surpreendente, versos corânicos indicam claramente acerca da utilização de moedas no Egito na época de José.

O Dr. As’id Muhammad Thabet, líder da equipe de pesquisa, em relação a sua pesquisa arqueológica concernente ao profeta José, disse ter descoberto nos cofres da Autoridade de Antiguidades [Egípcia] e do Museu Nacional, muitos amuletos de inúmeras eras e de períodos posteriores ao de José, incluindo um que trazia sua efígie como o ministro do tesouro na corte faraônica egípcia.

O Dr. S’id Thabet acrescentou que ele examinou o sarcófago de muitos faraós em busca de moedas utilizadas como amuletos ou ornamentos, e que ele havia, de fato, encontrado tais moedas antigas egípcias. Essa [descoberta] impeliu pesquisadores a buscar e encontrar versos corânicos que falem de moedas utilizadas no Egito antigo, [tais como]: “E eles o venderam [ex. José] por um preço irrisório, um número de moedas de prata; e eles não lhe impuseram valor”. [Corão 12:20]. [Também,] Qarun [2] diz acerca de seu dinheiro: “Isso me foi dado por causa de certo conhecimento que tenho” [Corão 28:78].

Estudos… revelaram que aquilo que a maioria dos arqueólogos considerava uma espécie de amuleto, e que outros consideravam ornamento… é, na verdade, uma moeda.

De acordo com o Dr. Thabet, seus estudos estão embasados em publicações acerca da Terceira Dinastia, uma da qual afirma que a moeda egípcia da época era chamada um deben e que valia um quarto de um grama de ouro. Essa moeda é mencionada em uma carta por um homem chamado Thot-Nehet, um inspetor real das pontes do Nilo. Em cartas endereçadas a seu filho, ele mencionou emprestar terras em troca por moedas deben e produção agricultural.

Outros textos da época da Terceira Dinastia, a Sexta Dinastia e a Décima Segunda Dinastia mencionam uma moeda chamada shati ou Sat, cujo valor era igual ao de uma moeda deben. Também há um retrato de um mercado egípcio mostrando o comércio sendo realizado por meio de escambo, mas um de seus vendedores estica sua mão pedindo uma moeda deben em troca das mercadorias.

Estudos realizados pela equipe do Dr. Thabet revelaram que aquilo que a maioria dos arqueólogos considerava uma espécie de amuleto, e que outros consideravam ornamento é, na verdade, uma moeda. Inúmeros [fatos os conduziram a essa conclusão]: primeiro, [o fato de que] muitas dessas moedas foram encontradas em vários [sítios arqueológicos], e também [o fato de que] elas possuem formas redondas ou ovais e que possuem duas faces: uma trazendo uma inscrição, chamada de a face inscrita, e outra com uma imagem, chamada de a face esculpida.

“A descoberta arqueológica também está embasada no fato de que a face inscrita trazia o nome do Egito, uma data e um valor, ao passo que a face esculpida trazia o nome e a imagem de um dos faraós ou deuses egípcios antigos ou um símbolo a estes relacionado. Outro fato importante é que as moedas possuem tamanhos variados e são feitas de matérias diversos, incluindo marfim, pedras preciosas, cobre, prata, ouro etc.

500 destas moedas foram [recentemente] descobertas no Museu do Egito onde foram [originalmente] classificadas como amuletos e armazenadas de maneira descuidadosa em caixas fechadas.

Uma moeda [tinha] uma imagem de uma vaca simbolizando o sonho de Faraó acerca das sete vacas magras e as sete vacas gordas.

O pesquisador identificou moedas de muitos períodos diferentes, incluindo moedas que traziam marcações que as identificavam como sendo da era de José. Entre estas, havia uma moeda que possuía uma inscrição e uma imagem de uma vaca simbolizando o sonho acerca das sete vacas magras e as sete vacas gordas e as sete espigas cheias e sete espigas miúdas. Foi encontrado que as inscrições deste período antigo eram, geralmente, simples, uma vez que a escrita ainda estava em seus primórdios, e conseqüentemente, havia dificuldade para decifrar a escrita talhada por sobre estas moedas. Mas a equipe de pesquisa [conseguiu] traduzir [a escrita sobre a moeda] ao compará-la com os mais antigos hieróglifos conhecidos.

O nome de José aparece duas vezes sobre esta moeda, escrito em hieróglifo: uma vez o nome original, José, e uma vez seu nome egípcio, Saba Sabani, que lhe foi dado por Faraó quando este se tornou tesoureiro. Também há uma imagem de José, que fazia parte da administração egípcia daquela época.

O Dr. As’id Thabet pediu ao Conselho de Antiguidades do Egito e ao Ministro da Cultura para intensificar os esforços na área da história egípcia antiga e arqueologia, e a [promover] a pesquisa destas moedas que trazem o nome dos deuses e faraós egípcios. Isso, ele disse, seria capacitar a correção de conceitos errôneos correntes concernente à história do Egito antigo.

Fonte: MEMRI / A Supremacia das Escrituras / Genizah Virtual / Gospel Prime
Tradução: Pr. Wellington Mariano

De O Verbo

(Por Julio Severo) – Enquanto a população está distraída com a novela da enquete do Senado, PLC 122/06 é levado à votação apressada, sem passar por pauta.

Hoje, dia 10 de novembro, foi dia de susto no Congresso Nacional. Foi repentinamente aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado o PLC 122/06, que estava programado para passar por mais duas audiências nessa comissão. Essas duas audiências agora são desnecessárias, pois a senadora petista Fátima Cleide conseguiu colocar o projeto para votação sem comunicar na pauta normal de votação de hoje.

Enquanto a bancada evangélica estava elaborando seus argumentos para os debates das audiências e enquanto o Brasil estava distraído com a enquete do Senado e suas desculpas, Fátima Cleide e seus aliados passaram a perna em todos.

O sistema automático do Senado, que avisa os assinantes das votações a se realizar, nada comunicou ao Brasil.

O esquema de Cleide foi tão ardiloso que até mesmo no Senado os opositores do PLC 122/06 não tinham a mínima consciência de que sua votação ocorreria hoje, descansando tranquilamente na idéia de que havendo mais duas audiências programadas, seria impossível uma votação repentina.

O PLC 122/06 que foi maliciosamente aprovado hoje contém modificações elaboradas juntamente com o Senado Marcelo Crivella, pois em sua forma anterior o projeto estava enfrentando mais dificuldades para avançar. A fim de facilitar seu avanço, a negociação com Crivella adicionou idosos, deficientes e até evangélicos ao projeto, que mesmo assim continua com sua carga explosiva de favorecimento ao homossexualismo e ameaça de perseguição ao direito de livre expressão contra a conduta homossexual.

Se o PLC 122/06 for totalmente aprovado no Congresso, pregações contra o homossexualismo cairão na categoria de “incitação à homofobia”, e mesmo sem nenhuma lei semelhante ao PLC 122/06, pastores e padres já estão sendo ameaçados no Brasil. O Pr. Ademir Kreutzfeld, da Igreja Luterana de Santa Catarina, recebeu uma intimação em 2007 apenas por se opor ao homossexualismo.

O PLC 122/06 seguirá agora para a Comissão de Direitos Humanos e, se a senadora petista prosseguir nas suas ações “honestas”, terça-feira próxima (17 de novembro) haverá mais uma votação surpresa. Mesmo com a população brasileira sendo 99% contra o homossexualismo e mesmo sendo normal que haja debates, é impossível predizer quantos truques na manga Fátima Cleide irá usar para vencer esses “obstáculos”.

Com a ajuda dela, os ativistas homossexuais estão dispostos a usar qualquer manobra para aprovar o PLC 122/06, inclusive adicionando idosos, deficientes e evangélicos e inclusive colocando-o para votação sem pauta e sem a participação democrática de parlamentares que poderiam votar contrariamente aos interesses dos que têm um único objetivo: impor goela abaixo da população a ideologia homossexual.

Fonte: www.juliosevero.com

Do Blog do Pr. Artur

Conforme prometido, apresento-lhes o documentário “Exploração Maia: Construções e Astronomia”! Excelente!!


A civilização maia foi um conjunto de povos, com idade milenar, que habitou a Meso-América, de Honduras ao México, principalmente a Península de Yacatán. Paradoxalmente, sabe-se que seus métodos de culto eram estritamente materiais, com rituais que incluiam sacrifícios humanos e violentos tipos de esportes típicos. Contudo, os maias sempre intrigaram o mundo, primeiramente por seu desaparecimento repentino, o que alimenta os debates acadêmicos até o dia de hoje. Em segundo lugar, por seu legado – os maias deixaram uma escrita sofisticada; um aparente conhecimento fantasticamente avançado de astronomia e construções monumentais, com prédios que se erguem, no meio da selva mesoamericana, por mais de 70 metros de altura!! O documentário a seguir, “Eploração Maia”, produção do The History Channel e de agências de desenvolvimento cultural latinoamericanas, surge como um dos mais completos já feitos sobre o misterioro povo maia. Seguindo evidências arqueológicas precisas, sólidas bases de estudos de campo e usando, é claro, um pouco de imaginação e criatividade, arqueólogos e especialistas no que restou da civilização maia recriam um mundo perdido, solapado, talvez, por uma confluência de fatores externos e a inundado de sangue dos seus próprios, graças à forma como a cosmovisão maia foi-se estabelecendo ao longo dos séculos. Documentário imperdível para os aficcionados sobre civilizações perdidas e mistérios da antiguidade!


parte 1


parte 2


parte 3


parte 4


parte 5

Alá é o Deus Bíblico?

Do Ultimato
com comentários do Pr. Artur

Caverna no Monte Hira. Segundo a tradição islâmica, foi em uma caverna como essa que Maomé recebeu a revelação de que era um profeta, diretamente do arcanjo Gabriel.

O texto abaixo é de Marcos Amado, ex-missionário entre os muçulmanos e, atualmente, Pastor de uma Igreja Batista em São Paulo. Reproduzu-o na íntegra (foi publicado originalmente na Ultimato (ed. 320) e no site da editora – acesse aqui). Logo em seguida, teço minhas considerações!

“Esta é uma pergunta que tem inquietado muitos cristãos através dos séculos. Martinho Lutero, por exemplo, afirmava que Alá é Satanás. A resposta que dermos a essa questão terá grande influência na percepção que temos dos muçulmanos e, consequentemente, em nossa atitude em relação a eles. Além disso, se decidirmos que Alá não é Deus, mas sim uma divindade pagã, oriunda dos tempos em que a Arábia estava submersa no politeísmo, nossa tendência será rechaçar tudo o que o Alcorão menciona sobre Deus e concluir que os muçulmanos estão na mais absoluta escuridão em relação aos atributos do verdadeiro Deus. Se, pelo contrário, aceitarmos que Alá e o Deus cristão são a mesma pessoa, alguns dos conceitos que o Alcorão transmite sobre Deus poderiam ser usados como pontes para a comunicação do conceito bíblico de Deus.

A origem da palavra Alá
Na Arábia pré-islâmica, a palavra Alá (cuja transliteração do árabe seria melhor representada pela grafia “Allah”) era usada pelos habitantes de Meca como uma referência ao Deus criador, possivelmente a deidade suprema. Alá tinha associados e companheiros, considerados pelos árabes pré-islâmicos como divindades que se subordinavam a ele. A palavra Alá é, hoje, a palavra padrão para referir-se a Deus no idioma árabe. Além dos muçulmanos, os judeus que vivem em países árabes e os cristãos árabes usam a palavra Alá para referir-se ao Deus único, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó.

Para os muçulmanos quem, em sua essência, é Alá?
A ideia central do islã é que existe um Deus, único e indivisível, e o nome muçulmano para esse Deus é Alá, assim como para os judeus é Elohim ou Javé. Alá é o todo poderoso, criador de um universo perfeito e organizado. O Alcorão diz que Alá está em todo lugar e “mais perto [do homem] do que a (sua) artéria jugular” (Sura 50.16).

Martin Whittingham faz um ótimo resumo sobre as principais características de Alá, conforme apresentadas no Alcorão:

“Único” — (42.11). Ele não tem um filho (18.4-5). Por ser único, não há nenhuma semelhança entre Deus e os seres humanos.

“Criador” — Ele é o único criador de todas as coisas, incluindo os seres humanos, o mundo, a natureza e os espíritos (7.179).

“Soberano” — A vontade de Deus é suprema em todas as coisas. Para muitos teólogos muçulmanos, esta é a principal característica de Alá.

“Revelador” — Deus envia essencialmente a mesma mensagem para uma sequência de profetas, mas principalmente para Maomé, que recebeu a revelação final.

“Amoroso”Ele ama os crentes (3.76), mas não ama os incrédulos (3.32). Porém, ele não é afetado de nenhuma maneira pelas pessoas, e seu amor não o faz sofrer. A humanidade precisa dele, mas ele não precisa de ninguém, nem se relaciona com ninguém.

“Perdoador” — “A Deus pertence tudo quando há nos céus e na terra. Perdoa a quem lhe apraz e castiga a quem deseja, porque Deus é indulgente, misericordiosíssimo” (3.129).

“Juiz” — haverá o dia do juízo final, quando Deus julgará a todos, enviando alguns para o paraíso e outros para o inferno. O resultado favorável deste julgamento depende das boas obras e de ser muçulmano.

Concepções diferentes sobre a mesma pessoa?

Montgomery Watt, em seu livro “Islam and Christianity Today — a contribution to dialogue” (O Islã e o Cristianismo Hoje — uma contribuição ao diálogo), sugere, no capítulo em que trata sobre os nomes e atributos de Deus no islã e no cristianismo, uma abordagem interessante que talvez nos ajude a encontrar um ponto de equilíbrio neste tema tão complexo. Watt faz uma analogia com o casamento e menciona que, quando duas pessoas se casam, elas possuem uma determinada concepção um do outro. Vinte anos depois esta concepção certamente será diferente, pois se conhecerão muito melhor. Porém, continuam sendo as mesmas pessoas apesar de as concepções terem sido alteradas com o tempo. Quando olhamos os atributos de Alá, conforme a concepção islâmica mencionada acima, vemos que há um grande número de atributos que coincidem com as convicções cristãs sobre o tema.

No entanto, existem diferenças! A implicação do que Watt está sugerindo é óbvia: as diferenças existentes entre a concepção muçulmana e cristã sobre Deus não faz com que Deus e Alá sejam dois seres diferentes; faz, simplesmente, com que o seguidor de cada uma destas religiões tenha, em alguns aspectos, uma percepção diferente do Deus único e criador, que pode ser chamado de Deus, Yahweh ou Alá. Talvez o exemplo da concepção que Saulo tinha de Jeová, o Deus único e criador, antes do encontro com o Cristo ressurreto, e a concepção que passou a ter de Deus depois deste acontecimento, possa dar-nos alguma luz. Antes de seu encontro com Cristo, Saulo já era um homem que temia ao Deus verdadeiro, conforme a compreensão que ele tinha como resultado de seus estudos e reflexões das escrituras do Antigo Testamento.

Como consequência destas convicções de quem Deus era e do que este mesmo Deus esperava dele, Saulo maltratava e perseguia os cristãos crendo que estava fazendo a vontade de Deus, consentia na morte de cristãos e acreditava que, se fosse necessário, deveria matar para realizar a vontade de Deus — exatamente da mesma forma que os muçulmanos creem hoje! Ao mesmo tempo, antes de sua conversão, Saulo cria que Deus era um Deus onipotente, onipresente, onisciente, santo, perdoador, transcendente, único, eterno, perfeito, soberano, generoso, misericordioso, bondoso, fiel etc., assim como os muçulmanos de hoje. Ainda assim, Saulo não cria que Deus é um Deus Trino, que tinha um filho, que por meio de Jesus reconciliou consigo mesmo todas as coisas, que estabeleceu a paz por meio do sangue de Cristo e que nos deu vida com Cristo quando ainda estávamos mortos em transgressões.

Tampouco os muçulmanos creem. Além de tudo isso, Saulo não cria que Jesus é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, que todas as coisas foram criadas por ele e para ele, que nele habita toda a plenitude e que Cristo morreu na cruz para o perdão de pecados. Obviamente, todos nós sabemos que os muçulmanos estariam totalmente de acordo com Saulo nestes pontos. Porém (e graças a Deus há um porém!), a partir do encontro de Saulo com o Cristo ressurreto no caminho de Damasco, a concepção que Saulo tinha acerca de Deus sofreu uma transição radical. Ele tinha, em muitos aspectos, uma concepção correta sobre Deus, mas em outros, estava totalmente equivocado. No entanto, nem por isto dizemos que Saulo adorava outro Deus.

O que aconteceu foi que, a partir do seu encontro com Cristo, a percepção dele foi transformada e a concepção dele foi corrigida e ampliada. Ele finalmente pode ver e entender quem Deus realmente é. Será que nós, cristãos, deveríamos dizer que Alá e Deus são dois seres diferentes? Ou será que devemos entender que a concepção muçulmana de Deus possui noções corretas e outras equivocadas, mas que, assim como Saulo, eles poderão, a partir do conhecimento que já possuem, ter sua concepção sobre Alá corrigida e ampliada a partir de um encontro pessoal com o Cristo ressurreto?”.

Miniatura persa que ilustra a "ascenção de Maomé", em 632 d.C. Muitos islâmicos realmente acreditam que Maomé foi assunto aos céus neste ano, direto do "Monte do Templo", em Jerusalém. Sabe-se, porém, através de outros registros históricos, que o precursor do Islamismo morreu em Medina.

Considerações: Alá é realmente o Deus bíblico?
Apesar de conceitualmente equilibrado, discordo de um ponto fundamental do texto de Marcos Amado. A perspectiva incorreta de Saulo não pode ser equiparada à dos islâmicos, pois partem de referenciais essencialmente diferentes. O referencial de Saulo de Tarso, antes de vir a ser chamado de “Paulo, apóstolo”, era ele mesmo. Se as Escrituras Sagradas testemunham de Jesus, e assim o faziam, eram os próprios fariseus e saduceus que haviam criado “um messias à sua própria imagem e semelhança”, algo inexistente ante o padrão bíblico. Jesus havia alertado as autoridades religiodas judaicas sobre esta distorção de perspectiva: “Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” é o que é dito aos saduceus (que não criam em espíritos, anjos, demônios ou na ressurreição), no evangelho de Mateus, 22:29. Sua perspectiva conceitual do Messias estava distorcida por suas próprias considerações, que, obviamente, desconsideravam o que diziam as Escrituras. Isto é dito claramente, por Jesus, no evangelho de João, 5:45-47: “Não penseis que eu vos acusarei perante o Pai; quem vos acusa é Moisés, em quem tendes firmado a vossa confiança. Porque, se, de fato, crêsseis em Moisés, também creríeis em mim; porquanto ele escreveu a meu respeito. Se, porém, não credes nos seus escritos, como crereis nas minhas palavras?”.

O padrão islâmico, por sua vez, é bastante diferente. Enquanto a distorção de perspectiva messiânica, no caso dos saduceus e fariseus como Paulo, ia de sua própria perspectiva à Bíblia, o dos islâmicos vai do Corão à fundamentação de sua perspectiva. Os islâmicos NÃO impingem sua perspectiva no Corão, mas retiram dele a base daquilo em que creem. O próprio autor do texto acima revela, a partir de textos do Corão, como este “revela” o quanto e como esta divindade é se revela diferente do Deus bíblico. Não se pode reduzir a questão apenas a um viés antropológico sem sacrificarmos a questão principal, o referencial teológico de ambas as crenças. Como, então, Alá poderia ser o mesmo Deus bíblico se a base de sua revelação maior, para os islâmicos, é o Corão, que justamente o mostra fundamentalmente diferente do Deus bíblico? Creio que o fervor missiológico afetou as conclusões do autor do texto, o qual reduziu toda a problemática a um “singelo erro de perspectiva histórico”.

Assim como os Judeus, com o Antigo Testamento, e os Cristãos, com toda a Bíblia (AT e NT), os islâmicos veem o Corão como “a Palavra de Deus”. E, se o Corão é a revelação maior de Deus, contém verdades que, para eles, são inelutáveis. Alguém poderia dizer que a perspectiva bíblica – isto é, de personagens bíblicos -, sobre Deus “varia”, progride, evolui com o tempo, afinal, a Biblia foi feita em um período de aproximadamente 1.500 anos. É justamente aí que consiste um outro problema em relação ao Corão: segundo creem os islâmicos, todo o livro foi revelado a Maomé e, portanto, toda a sua confecção se deu no período de vida de Maomé. Esta base, que é a mesma para as ramificações posteriores, que têm mais diferenciações políticas do que religiosas, não pode ser comparada à Bíblia, mais especificamente ao conceito de “progressividade revelacional”. Deus inicia sua revelação na aurora da humanidade e a consuma, plenamente, na própria pessoa de Jesus Cristo, chamado em João de “Filho ´unigênito´” (João 1:14, ou ´monogenos´ – no grego), que possui uma profunda implicação teológica, muito mais do que simples léxico-sintática. Isto porque, em todo o evangelho de João, vê-se uma tentativa, na narrativa, de associar Jesus aos seus atritubutos divinos, como a preexistência: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer; e, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo”. (17:4-5).

Lembremo-nos de que Maomé, segundo historiadores, foi a Jerusalém (quando andava em caravanas comerciais com seu pai, rumo a Tiro), teve contato com as Escrituras judaico-cristãos (Maomé é do século VI d.C.), mas rejeitou-as fundamentalmente, quando mostrou “revelações” que se contradizem substancialmente com as Escrituras. Vejamos o que o Corão diz, de fato, sobre a crença judaico-cristã e sobre Jesus (Isah, segundo o livro islâmico):

“Deus! Não há mais divindade além d’Ele, o Vivente, o Subsistente. Ele te revelou (ó Mohammad) o Livro (paulatinamente) com a verdade corroborante dos anteriores, assim como havia revelado a Torá e o Evangelho, Anteriormente, para servir de orientação aos humanos, e relevou ainda o Discernimento (julgamento entre o bem e o mal).” – Alcorão, Surata 3:3-4.

Falando acerca de Cristo, Maomé afirma que Jesus disse o que lhe fora revelado:

“Ele lhes disse: Sou o servo de Deus, o Qual me concedeu o Livro e me designou como profeta. Fez-me abençoado onde quer que eu esteja, e me encomendou a oração e (a paga do) zakat enquanto eu viver. E me fez piedoso para com a minha mãe, não permitindo que eu seja arrogante ou rebelde. A paz está comigo, desde o dia em que nasci; estará comigo no dia em que eu morrer, bem como no dia em que eu for ressuscitado. Este é Jesus, filho de Maria; é a pura verdade, da qual duvidam. É inadmissível que Deus tenha tido um filho. Glorificado seja! Quando decide uma coisa, basta-lhe dizer: Seja!, e é.” —Alcorão, Surata 19:30-35.

A bandeira da Arábia Saudia sendo levada pela delegação árabe, nas últimas olimpíadas. Sua inscrição significa: "Somente Alá é Deus e Maomé o seu Profeta".
A bandeira da Arábia Saudia sendo levada pela delegação árabe, nas últimas olimpíadas. Sua inscrição significa: “Somente Alá é Deus e Maomé o seu Profeta”.

Apesar de, curiosamente, abordar o aspecto da ressurreição de Cristo, o Corão afirma que Jesus dissera que Deus não tem um filho, posto que isto era inadmissível, assim, Jesus seria o fruto de uma ordenança divina, um dito e criado a partir dali. Toda a cristologia fica, portanto, fundamentalmente comprometida e, assim, a própria perspectiva de Deus. Se se desconsidera a doutrina de Deus conforme rezam as Escrituras, desconsidera-se a revelação bíblica, e se foi Alá quem assim revelou a Maomé – através do anjo Gabriel -, então, pelo que foi dito anteriormente, esta fonte estaria em choque com o aquilo que está escrito na Bíblia! Se é a partir daquela revelação, ou seja, o Corão, que o islâmico baseia sua fé, então Alá não é o Deus da Bíblia, uma vez que tais “revelações” estão diametralmente opostas.

Entendo o fervor missionário em prol dos islâmicos, e creio que eles, como qualquer outro povo, não podem ser tolhidos do DIREITO DE OUVIR A MENSAGEM DO EVANGELHO, cabendo sobre a si a aceitação ou não da mensagem; não de ONG´s, da ONU, de seus líderes déspotas ou de qualquer indivíduo que se ponha a pensar pelo outro. O direito de ouvir a mensagem, lidar com as contradições e, finalmente, emitir uma conclusão, é do próprio indivíduo, e tal direito é inalienável!!! Contudo, não podemos justificar “pontes” entre o cristianismo bíblico e as bases doutrinárias de outras religiões quando, de fato, elas não existem. Sei que podemos usar “pontos de contato”, práticas e crenças que são comuns entre tipos de fé heterodoxas e a cristã – vide o livro “O Fator Melquisedeque”, de Don Richardson), mas não creio ser esse o caso entre Alá e o Deus bíblico. Josh MacDowell afirma no livro “Ele Andou Entre Nós – Evidencias do Jesus Histórico” que um dos maiores problemas na comunicação do Evangelho aos árabes muçulmanos é a teimosia dos ocidentais em não aprender o árabe. É verdade. Se estamos querendo comunicar o Evangelho aos árabes, precisamos aprender profundamente aspectos de sua cultura, cosmovisão, etc. E, penso, uma maneira de construirmos um diálogo franco e aberto com muitos árabes muçulmanos (e muçulmanos em geral) é aprendermos o que dizem, de fato, seu escrito sagrado e as principais interpretações do mesmo. Como bons comentaristas podemos, respeitosa mas sinceramente, apresentar-lhes os equívocos históricos e teológicos de sua crença, e apresentar-lhes as reais correspondências com o Evangelho, lutando, acima de tudo, por seu inalienável direito de acesso à informação, às vezes mal compreendido por eles mesmos!

Da UBE

PARTICIPE DA ENQUETE DO SENADO FEDERAL

OS SENADORES QUEREM SABER:
Você é favorável à aprovação do PLC 122/2006 que torna crime o preconceito contra homossexuais?


(clique na figura para participar)
Ou use o link
ALÔ SENADO – ENQUETE

A pesquisa vai ficar disponível durante todo mês de novembro.

EU VOTO NÃO!

Opinião do Blogueiro: O texto “Torna crime o preconceito contra os homossexuais” tem um aspecto muito subjetivo na sua exegese. Ele rotula como preconceito a crítica aberta e franca à opção opção homossexual. Que não querem ser criticados. Um pai pode ser acusado de homofóbico se ensinar aos filhos que a opção homossexual é contra os princípios bíblicos. Um pastor pode ir para a cadeia se ensinar o que está escrito, por exemplo, na Carta de Paulo aos Romanos. Como a causa homossexual não é considerada religião, em outros países, como por exemplo no Chile, são impressos manuais de homossexualismo para distribuir nas Escolas Públicas com o aval do Ministério da Educação.
Na Suécia, onde tal lei foi aprovada, os pastores das Igrejas evangélicas foram constrangidos por medo a modificar a Liturgia dos cultos. Vão ser obrigados, inclusive, a realizar cerimônicas de “casamento” gays.
Isso fere o direito evangélico de culto, pois temos a Bíblia Sagrada como regra de fé e prática. Os evangélicos desta nação não ensinam o ódio a gays dentro da Igreja. Os crentes não matam gays. Se esta lei passar com a redação do substitutivo atual, vai cercear nosso direito de crítica e expressão de opinião.
E por fim, criminalizar alguém por criticar e discordar da opção sexual de alguém é um campo perigoso. Além de hétero e homo tem muitas outras opções inclusive a pedofilia.
É por isso que eu sou contra. Este projeto de lei, no fundo, vai é institucionalizar o preconceito e a discriminação contra os evangélicos e seus pastores. Para mim isto é um cala-boca. Uma mordaça sob o amparo de uma lei incostitucional.

VOTE NÃO! ALÔ SENADO – ENQUETE

Call center vai contratar 500 pessoas

Do Diário de Pernambuco

CSU amplia o quadro com contratações. São exigidos nível médio completo e conhecimento em informática

Quem tiver interesse em atuar na área de teleatendimento deve ficar atento. A empresa CSU. Contact vai contratar até janeiro 500 novos profissionais para atuarem na filial do Recife. As únicas exigências são ensino médio completo, mais de 18 anos de idade e conhecimento em informática. A carga horária e o salário não foram divulgados. Alguns benefícios como lanche, vale transporte, assistência médica, assistência odontológica e seguro de vida estão inclusos.

Os candidatos devem enviar currículo através do seguinte email: selecaorecife@csu.com.br (Assunto: CV). Quem quiser pode utilizar o correio. O endereço é Avenida Conde da Boa Vista, 150, 2°andar, bairro da Boa Vista. É importante frisar que os cargos não são temporários, a seleção faz parte do processo de expansão da empresa. “A CSU acredita no potencial do mercado de contact center e segue investindo neste nicho. Nossos profissionais de teleatendimento têm a oportunidade de se aperfeiçoar continuamente e fazer carreira na área”, avalia a superintendente de Recursos Humanos da CSU, Verônica Mafra.

O treinamento oferecido pela companhia aos profissionais de teleatendimento é um dos atrativos. Por meio da CSU University, a universidade corporativa do Grupo CSU, os colaboradores podem desenvolver suas habilidades através de três ciclos de capacitação. O primeiro é o treinamento, que engloba os programas: escola de negócios, de liderança, de clientes e de atendentes. O segundo é o de desenvolvimento, ciclo no qual está inserida a Escola de Talentos e Reconhecimento, com o programa de desenvolvimento profissional Crescer e, o terceiro, o CSU.University Educa (desenvolvimento educacional e conhecimento).

A CSU.Contact, uma das dez principais empresas do segmento no país, é a unidade de negócios do Grupo CSU, especializado em infraestrutura e gestão em terceirização de contact center. Além do Recife, a empresa atua em São Paulo, Barueri, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba.

Perito – O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)vai preencher 250 postos de perito médico da previdência social. O Ministério do Planejamento autorizou o concurso e o edital deve sair em até seis meses. A última seleção para esse cargo ocorreu em 2006 quando foram oferecidas 1,5 mil vagas. Os peritos médicos são responsáveis pela emissão de laudos sobre a capacidade de trabalho para concessão de benefícios previdenciários, como auxílio saúde e aposentadoria por invalidez. Também compete a esses profissionais a inspeção de ambientes de trabalho.

A remuneração inicial, segundo a tabela do Planejamento, é de R$ 2.875,16 para carga semanal de 20 horas e R$ 5.750,31, para 40 horas. No nível mais alto da carreira, o salário atual é de R$ 6.320,06 e R$ 12.640, respectivamente. De acordo com o INSS, atualmente, cerca de 5 mil médicos trabalham nessa função. Os aprovados nesse concurso só tomarão posse depois de uma nova permissão do ministro do Planejamento e da confirmação de recursos.

O Declínio da Pregação Contemporânea

Da Editora Fiel
por John MacArthur*

Você já percebeu como diversos comerciais de televisão não falam especificamente sobre os produtos que anunciam? Um anúncio de jeans apresenta um comovente drama a respeito da infelicidade dos adolescentes, mas não se refere ao jeans. Um comercial de perfumes mostra uma coletânea de imagens sensuais sem qualquer referência ao produto anunciado. As propagandas de cerveja são algumas das mais criativas da televisão, mas falam muito pouco sobre a própria cerveja.

Esses comerciais são produzidos com o objetivo de entreter, criar disposição e apelar às nossas emoções, mas não para transmitir informações. Com freqüência, eles são os mais eficientes, visto serem os que fazem melhor proveito da televisão. São produtos naturais de um veículo de comunicação que promove uma visão surrealista do mundo.

A televisão mescla sutilmente a vida real com a ilusão. A verdade é irrelevante. O que realmente importa é se estamos sendo entretidos. A essência não significa nada; o estilo de vida é o que mais interessa. Nas palavras de Marshall McLuhan, o instrumento é a mensagem.

Amusing Ouselves to Death (Divertindo-nos até à morte) é um livro perceptivo mas inquietante escrito por Neil Postman, professor da Universidade de Nova Iorque. Ele argumenta que a televisão nos tem mutilado a capacidade de pensar e reduzido nossa aptidão para a verdadeira comunicação.

Postman assegura que, ao invés de nos tornar a mais informada e erudita de todas as gerações da História, a televisão tem inundado nossas mentes com informações irrelevantes, sem significado. Ela nos tem condicionado apenas ao entretenimento, tornando obsoletas outras formas de interação humana.

Postman ressalta que até os noticiários são uma apresentação teatral. Jornalistas simpáticos relatam calmamente breves notícias sobre guerras, assassinatos, crimes e desastres naturais. Essas histórias catastróficas são intercaladas por comerciais que banalizam suas informações, isolando-as de seu contexto. Em seu livro, Postman registra um noticiário em que um almirante declarou que uma guerra nuclear mundial seria inevitável. No próximo segmento da programação, houve um comercial do Rei dos Hamburgers. Não se espera que nossa reação seja racional. Nas palavras de Postman, .os espectadores não reagirão com um senso da realidade, assim como a audiência no teatro não sairá correndo para casa, porque alguém no palco disse que um assassino estava solto na vizinhança..

A televisão não pode exigir uma resposta sensata. As pessoas ligamna para se divertir, não para serem desafiadas a pensar. Se um programa exige que pensemos ou demanda muito de nossas faculdades intelectuais, ninguém o assiste.

A televisão tem diminuído o alcance de nossa atenção. Por exemplo, alguma pessoa de nossa sociedade ficaria de pé, entre uma sufocante multidão, durante sete horas para ouvir os debates dos candidatos a presidente da República? Sinceramente, é muito difícil imaginar que nossos antepassados possuíam esse tipo de paciência. Temos permitido a televisão nos fazer pensar que sabemos mais agora, enquanto na verdade estamos perdendo nossa tolerância na área de pensar e aprender.

Sem dúvida, a mensagem mais vigorosa do livro de Postman está em um capítulo sobre religião. Esse homem não-crente escreve com profundo discernimento a respeito do declínio da pregação. Ele contrasta a pregação contemporânea com o ministério de homens como Jonathan Edwards, George Whitefield e outros. Estes homens contavam com um profundo conteúdo, lógica e conhecimento das Escrituras. Em contraste, a pregação de nossos dias é superficial, com ênfase no estilo e nas emoções. Na definição moderna, a .boa. pregação tem de ser, antes de tudo, breve e estimulante. Consiste em entretenimento, não em ensino, repreensão, correção ou educação na justiça (2 Tm 3.16).

O modelo da pregação moderna é o evangelista esperto que exagera as emoções, traz consigo um microfone, enquanto anda pomposamente ao redor do púlpito, levando os ouvintes a baterem palmas, movimentarem- se e fazerem aclamações em voz bem alta, ao tempo em que ele os incita a um frenesi. Não existe alimento espiritual na mensagem, mas quem se importa, visto que a resposta é entusiástica?

É lógico que a pregação em muitas das igrejas conservadoras não se realiza de maneira tão exagerada assim. Mas, infelizmente, até algumas das melhores pregações de nossos dias contêm mais entretenimento do que ensino. Muitas igrejas têm um sermão característico de meia hora, repleto de histórias engraçadas e pouco ensino.

Na verdade, muitos pregadores consideram o ensino de doutrinas como algo indesejável e sem utilidade prática. Uma grande revista evangélica recentemente publicou um artigo escrito por um famoso pregador carismático. Ele utilizou uma página inteira para falar sobre a futilidade tanto de pregar quanto de ouvir sermões que vão além de mero entretenimento. Qual foi a sua conclusão? As pessoas não recordam aquilo que você pregou; por isso, a maior parte da pregação é perda de tempo. .Procurarei fazer melhor no próximo ano., ele escreveu, .isto significa desperdiçar menos tempo ouvindo sermões demorados e gastando mais tempo preparando sermões curtos. As pessoas, eu descobri, perdoarão uma teologia pobre, se o culto matinal terminar antes do meio-dia..

Isto resume com perfeição a atitude que predomina na igreja moderna. Existe uma semelhança entre esse tipo de pregação e os comerciais de jeans, perfume e cerveja na televisão. Assim como os comerciais, a pregação moderna tem o objetivo de criar uma disposição íntima, evocar uma resposta emocional e entreter, mas não o de comunicar necessariamente algo da essência das Escrituras.

Esse tipo de pregação é uma completa acomodação a uma sociedade educada pela televisão. Segue o que é agradável, porém revela pouca preocupação com a verdade. Não é o tipo de pregação ordenada nas Escrituras. Temos de pregar a Palavra (2 Tm 4.2); falar .o que convém à sã doutrina. (Tt 2.1); ensinar e recomendar .o ensino segundo a piedade. (1 Tm 6.3). É impossível fazer estas coisas se nosso alvo é entreter as pessoas.

O futuro da pregação expositiva é incerto. O que um pastor sincero tem de fazer para alcançar pessoas que se mostram indispostas e incapazes de ouvir com atenção e raciocínio exposições da verdade divina? Este é o grande desafio para os líderes da igreja contemporânea. Não devemos nos render à pressão para sermos superficiais. Temos de encontrar maneiras de fazer conhecida a Palavra de Deus a uma geração que não apenas recusa-se a ouvir, mas também não sabe como ouvir.

* John MacArhtur, autor de mais de 150 livros e conferencista internacional, é pastor da Grace Comunity Church, em Sum Valley, Califórnia, desde 1969; é presidente do Master’s College and Seminary e do ministério “Grace to You”; John e sua esposa Patrícia têm quatro filhos e quatorze netos.

Julio Severo: Jesus Cristo, Judas e Lula

Do Blog Júlio Severo

Lula declarou que no Brasil Jesus teria de fazer aliança com Judas. Por meio de quem Lula veio a conhecer esse “Jesus” que se entrega a sujas alianças políticas?

Engana-se quem acha que Lula não pensa em Jesus Cristo. Recentemente, ele disse: “Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão”.

Se é verdade que o Jesus que a maioria da sociedade conhece é resultado da percepção que é transmitida pelas grandes religiões cristãs, então Lula está cercado de líderes cristãos que lhe espelham um Jesus bem diferente do Jesus do Evangelho. Lula vê os lideres marxistas da CNBB, os bispos e pastores evangélicos oportunistas ávidos de concessões e outros privilégios e deve imaginar: “Se essa gente aí diz seguir Jesus, então Jesus deve ser como eles!”

O Evangelho conta que a atitude de Jesus em seus únicos momentos diante das autoridades políticas era o silêncio. Falar o que com políticos? Eles se julgam deuses e donos da verdade. Diante da arrogância, a suprema sabedoria se cala, porque sabe que o dia da suprema justiça chegará.

Quando fez referência ao governante de sua época, Jesus se limitou a chamá-lo de “raposa” — um título bem apropriado para a vasta maioria dos políticos brasileiros. Uma raposa é esperta e usa tal esperteza para alcançar suas maldades. Uma raposa política se aliaria a Judas e a qualquer outra criatura para alcançar suas maldades.

Uma raposa religiosa não agiria de forma diferente, preferindo entrar em alianças políticas com Pilatos, Herodes, Acabes e outros do que perder oportunidades financeiras. Por isso, Jesus chamava os líderes religiosos de hipócritas.

O Jesus que Lula conhece está na face das raposas religiosas que o cercam. É com o testemunho delas que Lula chegou à conclusão de que “Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão”.

Ao espelharem tal Jesus, conscientemente ou não, as raposas religiosas acabam se tornando os Judas modernos, traindo Jesus e seu Evangelho de salvação.

É com esses Judas que Lula e seu partido estão aliançados. É nesses Judas que Lula tem sua percepção de quem é Jesus e do que faria Jesus na política brasileira.

Com o testemunho que Lula viu e vê na marxista CNBB, IURD, Caio Fábio e outros, será de estranhar se um dia desses ele aparecer declarando a idéia bizarra de que Jesus poderia se aliar com o próprio diabo?

Do G1

Evento reúne evangélicos na Zona Norte da capital.
Por causa do sol forte, posto médico atendeu 88.

A Marcha para Jesus, realizada na Zona Norte de São Paulo, reuniu cerca de 1,5 milhão de pessoas até as 14 horas desta segunda-feira (2), de acordo com estimativa da Polícia Militar. Até aquele momento, a PM não havia registrado incidentes graves. Ao todo, 88 pessoas passaram pelo posto médico por causa do calor.

Em entrevista coletiva concedida no início da tarde, o bispo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer, afirmou que o tema do evento deste ano – “Lutando contra Gigantes” – refere-se à luta contra a discriminação e o preconceito de que os evangélicos são vítimas.

“Os gigantes são a discriminação, a incompreensão e o estereótipo que se criou em torno da igreja”, afirmou. “Nossos gigantes são só espiirituais”, afirmou.

Hernandes não quis estimar o público presente à Praça Campo de Bagatelle, mas afirmou que ouviu falar em até 6 milhões de pessoas. “Se não é o recorde, é um dos maiores públicos. Vi algumas pessoas dizendo que tivemos seis milhões de pessoas”, afirmou.

Para Hernandes, o fato de não haver celebridades políticas no evento deste ano não incomoda. “Isso me deixa extremamente satisfeito. Quando as autoridades quiserem vir nós receberemos.”

Caio Fabio em entrevista esclarece sobre a entrega do dízimo nas igrejas e afirma “Não aceite o texto de Malaquias [Malaquias 3:10] no qual a igreja estelionatária pegou para si.

Segundo ele, esse texto é exclusivo para Israel, “O dizimo sempre foi estabelecido para Israel para o sustendo da ordem levítica para manutenção do templo, para distribuição aos pobres”; “Hoje por estarmos no tempo da Graça e não mais na Lei, nenhuma pessoa deve levar o dizimo a nenhum templo nem lugar.” Afirma no vídeo que tem circulado a internet.

Caio Fábio ainda afirma que “qualquer igreja que diz que se você não colocar o dinheiro no gasofilácio estará em pecado esta mentindo e realizando uma manipulação diabólica” e ele desafia a qualquer pastor provar o contrário. “coloquem a pastorada evangélica, eles não tem peito de me encarar, põe no Maracanã…Eu vou chamá-los de mentirosos um a um.”

E o que você acha? Nós devemos dar dízimo? O dízimo está sendo bem usado? O dízimo está sendo bem explicado? Qual sua opinião sobre dízimo? Opine!

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