O “Fantástico” incentivo da Globo ao lobby gay

Do MSM e
publicado no Blog Pr. Artur

Não é segredo o protagonismo da Rede Globo em prol da ditadura gayzista, malgrado ter elaborado um rol de princípios editoriais com a pretensão de conferir a si própria uma reputação de respeitabilidade, como exaustivamente tenho denunciado.

Desta vez, contudo, o maniqueísmo empregado ao que chama de jornalismo o invalida completamente sob tal rótulo, por mais elástica que possa ter tal definição: trata-se tão somente de propaganda ideológica pura e simples, já sem pejo de camuflar-se: refiro-me à matéria “Criança transexual é proibida de usar banheiro feminino em escola nos EUA”.

Começando pelo modo como os apresentadores anunciaram de forma eloquente a matéria: “Nos Estados Unidos, a família de uma criança de apenas seis anos está brigando na Justiça com a escola pelo direito de ela usar o banheiro!”.

Percebam como apelam para a indignação que o bom senso comum nos faz disparar espontaneamente frente a qualquer injustiça! Não subestimem as modernas técnicas de persuasão: desarmar o telespectador e incitá-lo à um estado de reação positiva foi exatamente o propósito. Sigamos um pouco mais, para vermos como isto se completa:
Mas os pais de Coy, Jeremy e Kathryn, estão travando uma batalha judicial com a escola dos filhos. A direção do colégio proibiu Coy de usar o banheiro feminino. O motivo? Apesar das roupas e do cabelo longo, Coy é biologicamente um menino. É uma criança transexual.

Até ter ouvido que a criança era “biologicamente” um menino, pensei tratar-se de um dos raros casos de hermafroditismo. Sim, prezados leitores, em raros casos ocorre de uma criança nascer aparentemente com os dois sexos, embora um se revele o próprio a qualquer momento. Não é o caso, como adiante segue a peça global:

No início, a escola aceitou bem a situação e Coy passou a ser tratado por todos como uma garota. Os problemas começaram quando Coy foi para o primeiro ano. A direção da escola exigiu que ela usasse apenas o banheiro dos professores ou do departamento médico.

Como seria lógico de se esperar, com o crescimento do menino já não seria mais possível a partir de então tolerá-lo usar o banheiro das meninas, mesmo porque – vejam bem, isto a reportagem não mostra – provavelmente a direção da escola deve ter recebido reclamações de pais de meninas! Adianto logo: se eu fosse um dos pais, certamente faria o mesmo! Então, o que ocorreu? Os pais interpretaram o fato como um ato de discriminação e acionaram a justiça.

Agora, como pais em sã consciência podem aceitar submeter-se às fantasias de um menino de seis anos, ou ainda mais grave, de apenas três? Confiram:

A mãe conta que começou a perceber que havia algo diferente quando Coy completou um ano e meio: ” No início, a gente achou apenas que tinha um menino que gostava de coisas de menina. Mas, com três anos, ela começou a dizer que era uma garota. Não que queria ser uma, mas que era uma garota, e não um garoto. Quando insistimos que ela era menino, ela entrou numa forte depressão, não queria sair de casa e nem brincar com os amigos”.

Um ano depois, Coy passou a dizer para os pais que estava no corpo errado, que era preciso reparar esse erro. Os Mathis, então, procuraram ajuda médica, pediatras, psicólogos, psiquiatras, para entender o que estava acontecendo.

Crianças de um ano e meio, três e seis anos não têm desenvolvido ainda a sua percepção sexual. São inocentes, embora paulatinamente vão descobrindo as diferenças fisiológicas entre os dois sexos. Eu cá me pergunto se desde um ano e meio, como os pais alegam ter aflorado em seu bebê o gosto pelas coisas de meninas, eles não trataram de corrigi-lo, mas, ao invés, ficaram a achar engraçado, curioso e de forma permissiva, foram alimentando o imaginário infantil. Como a própria matéria televisiva demonstra, Coy usa cabelos compridos e roupas femininas, o que denuncia a completa submissão dos pais à sua vontade.

A seguir, o libelo gayzista – não vou usar o termo “reportagem”, pois que não merece – busca diferenciar transexualidade de homossexualidade, e anuncia casos famosos de pessoas que queriam ter outro sexo. Assista quem quiser.

Neste ínterim, exorto os leitores para uma demonstração de como esta causa – a da ditadura gayzista – permite explorar o drama de crianças, simplesmente por ser uma das pautas da agenda da nova ordem mundial, pois aqui vou buscar uma situação muito famosa e semelhante em gênero, mas que jamais ganhou o apelo do onguismo militante justamente por colidir com ele: houve o caso de um menino que desde cedo sempre sentiu-se infeliz por ser negro; este garoto tornou-se uma celebridade do show business, e com muito dinheiro, entregou-se aos mais caros procedimentos médicos para clarear a pele, alisar os cabelos e afinar o nariz. Adivinhem de quem estou falando?

Curiosamente, percebam, o drama de Michael Jackson não teve o sucesso de aquecer as veias do militantismo politicamente correto. Imaginem algum popular – especialmente um sujeito branco – responder a uma pergunta de um repórter: “- ele fez o certo e eu faria a mesma coisa!” Em menos de um segundo seria soterrado por uma avalanche de acusações de racismo, não é mesmo?

Por que será que “sentir-se” um branco não foi o bastante para que o superstar Michael Jackson pudesse impor sua loucura à sociedade? A resposta, caros leitores, é que neste assunto a sociedade não foi preparada previamente para participar bovinamente da esquizofrenia alheia, de modo que agiu de forma natural, isto é, meramente acompanhando com uma certa tristeza o desenrolar da infelicidade extrema que prosperou na vida daquele indivíduo.

Quantas são as coisas pelas quais poderíamos lamentar não termos sido agraciados? Nascer ricos? Nascer bonitos ou bem-dotados? Consagrarmo-nos como monstros do rock ou atletas famosos? Será que para cada uma das nossas frustrações deveríamos ter o direito político resguardado a um recôndito no interior da alma que devesse ser obrigatoriamente acatado por toda a sociedade? Então, o rei da fábula, afinal, não estava nu?

À altura dos seus três aninhos, caso o menino Coy tivesse recebido a salutar corrigenda paterna, por mais que um certo período de assimilação demorasse por se concluir, ele fatalmente viria e o livraria dos tormentos que por ora se alongam por conta de pais e psicólogos que preferem que a sociedade se ajoelhe aos seus devaneios a fazê-lo compreender a realidade e a necessidade de ajustar-se a ela.

Termino perguntando a você, caro leitor: você permitiria que um menino pudesse usufruir o banheiro das meninas, mesmo alegando ser um transexual?

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Cresce número de “igrejas inclusivas” no Brasil

Da BBC Brasil
com comentários Pr. Artur Eduardo

HÁ, NO BRASIL, PELO MENOS DEZ IGREJAS DEDICADAS AOS HOMOSSEXUAIS

Encaradas pelas minorias como um refúgio para a livre prática da fé, as igrejas “inclusivas” – voltadas predominantemente para o público gay – vêm crescendo a um ritmo acelerado no Brasil, à revelia da oposição de alas religiosas mais conservadoras. Estimativas feitas por especialistas a pedido da BBC Brasil indicam que já existem pelo menos dez diferentes congregações de igrejas “gay-friendly” no Brasil, com mais de 40 missões e delegações espalhadas pelo país.

Concentradas, principalmente, no eixo Rio de Janeiro-São Paulo, elas somam em torno de 10 mil fiéis, ou 0,005% da população brasileira. A maioria dos membros (70%) é composta por homens, incluindo solteiros e casais, de diferentes níveis sociais. O número ainda é baixo se comparado à quantidade de católicos e evangélicos, as duas principais religiões do país, que, em 2009, respondiam por 68,43% e 20,23% da população brasileira, respectivamente, segundo um estudo publicado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

O crescimento das igrejas inclusivas ganhou força com o surgimento de políticas de combate à homofobia, ao passo que o preconceito também diminuiu, alegam especialistas. Hoje, segundo o IBGE, há 60 mil casais homossexuais no Brasil. Para grupos militantes, o número de gays é estimado entre 6 a 10 milhões de pessoas. Segundo a pesquisadora Fátima Weiss, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que mapeia o setor desde 2008, havia apenas uma única igreja inclusiva com sede fixa no Brasil dez anos atrás.

O número de frequentadores dessas igrejas – que são abertas a fiéis de qualquer orientação sexual – acompanhou também a emancipação das congregações. Se, há dez anos, os fiéis totalizavam menos de 500 pessoas; hoje, já são quase 10 mil – número que, segundo os fundadores dessas igrejas, deve dobrar nos próximos cinco anos.

Fonte: BBC Brasil

NOTA Pr. Artur Eduardo: Toda igreja genuinamente evangélica é “inclusiva”. Este sensacionalismo midiático, aliado à ignorância geral, fazem com que o grande público acabe por confundir “inclusivismo” com igrejas GLBT (vc sabia, prezado internauta, que a sigla “GLBT”, por exigência de lésbicas, passou a ser chamada de “LGBT” – o que, obviamente, foi alardeado pela mídia – por que, segundo elas, a sigla (vejam só) era “discriminatória”????). Bem, fora isto, as igrejas cristãs têm TODO o direito do mundo de denunciar práticas imorais à luz das Escrituras. Sim IMORAIS, uma vez que moralidade pode ser definido como um conjuto normativo de determinada sociedade, um código de ética. E, se milhões e milhões de brasileiros prezam pelos princípios normativos da Bíblia, então o homossexualismo precisa ser denunciado, como a Bíblia o faz, como uma prática avessa, contrária à vontade de Deus! Isto é o que nos dizem claramente as Escrituras:

“Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus”. 1 Coríntios 6:9-11.

Ora, não temos o direito milenar de denunciar tais práticas imorais à luz das Sagradas Escrituras? Sim, temos. Pois tais práticas são contrárias à vontade de Deus e, portanto, não farão parte, conforme nos diz expressamente o texto, do Reino dos Céus.

Prêmio Nobel da Paz defende criminalização da homossexualidade em seu país

Do UOL

Sirleaf é a 1ª mulher a comandar um país africano

A vencedora do prêmio Nobel da Paz e presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, defendeu uma lei que criminaliza atos homossexuais em seu país, durante uma entrevista ao jornal britânico “Guardian”. Ao lado do ex-premiê britânico Tony Blair, que ficou visivelmente constrangido com as opiniões de Sirleaf, ela defendeu os “valores de seu país”.

“Gostamos de nós mesmos do jeitinho que somos. Temos certos valores tradicionais em nossa sociedade que gostaríamos de preservar”, afirmou. A Libéria a “sodomia voluntária” crime passível de um ano de prisão. No entanto, há dois projetos de lei que pretender endurecer as leis em relação a atos homossexuais. Ninguém foi condenado do país sob a lei da sodomia, mas ativistas anti-homossexuais fazem pressão para que os projetos de lei passem no Congresso do país.

Um dos projetos considera criminoso quem “seduzir, encorajar ou promover atos sexuais entre pessoas do mesmo sexo” ou “praticar atos que levem outra pessoa do mesmo sexo a ter relações sexuais”. A pena pode ser de até cinco anos de prisão. Já o outro projeto considera crime passível de 10 anos de cadeia o casamento homossexual. Tony Blair se recusou a dar sua opinião sobre os projetos de lei ou sobre a atitude da presidente Sirleaf. Ele está na Libéria como fundador de uma ONG, a Africa Governance Initiative, que visa fortalecer os governos africanos.

Segundo OMS, homossexuais têm 20 vezes mais chances de contrair HIV!

Do Mídia Sem Máscara

Os homossexuais apresentam 20 vezes mais chances de contrair HIV e por isso a Organização Mundial da Saúde (OMS) elaborou pela primeira vez uma lista de diretrizes para o tratamento e a prevenção deste vírus entre gays e transexuais. Em países como a Bolívia, Jamaica, México, Mianmar, Tailândia, Trinidad e Tobago e Zâmbia, a porcentagem de homossexuais contagiados por HIV ultrapassa os 20%, e em alguns casos chega a 40%, segundo afirma o relatório da OMS, apresentado nesta terça-feira em Genebra.

No caso dos transexuais, as taxas de contágio variam entre 8% e 68%, dependendo do país, embora em muitos casos os dados não sejam confiáveis pelo fato da comunidade homossexual não ser legalmente reconhecida. A OMS lembra que em muitos países estas pessoas são estigmatizadas, o que pode fazer com que não recorram aos serviços de atendimento médico nem recebam tratamento por medo de serem humilhadas caso seja rompido o pacto de sigilo médico-paciente.

Atualmente, mais de 75 países criminalizam os homossexuais e transexuais, privando-os de direitos fundamentais, como o atendimento médico. Segundo os dados por regiões, a prevalência de infecções de HIV entre homossexuais na África Subsaariana oscila entre 6% e 31%, enquanto na Ásia os homossexuais apresentam 18 vezes mais probabilidades de contrair o HIV do que a população heterossexual. Na América Latina, cerca da metade das contaminações por HIV acontecem entre gays.

As recomendações do relatório são dirigidas a políticos, profissionais de saúde e aos homossexuais e transexuais, com o objetivo de fomentar a prevenção por meio da camisinha. ‘Não podemos reduzir a propagação da infecção por HIV no mundo se não forem atendidas as necessidades particulares destes grupos da população’, declarou o diretor do departamento de HIV/Aids da OMS, Gottfried Hirnschall. As novas diretrizes da OMS foram preparadas ao longo do ano passado mediante consultas mundiais das quais participaram funcionários da saúde pública, cientistas e representantes de organizações da sociedade civil.