Record desmascara Valdemiro Santiago no Domingo Espetacular

por Genizah

Em uma reportagem bombástica a riqueza de Valdemiro Santiago tem a sua origem traçada diretamente ao dinheiro do dízimo dos fiéis da Mundial. Enquanto isto, os templos da “igreja” não pagam aluguéis.

Você já assistiu isto antes: Edir Macedo, Terra Nova, Estevão Hernandes… A história é sempre a mesma. O seu dinheiro para Deus fica nas mãos dos “seus” atravessadores… E o seu milagre também!
Valdemiro já é bilionário, quando fica doente não entra no suadouro de um templo quente com radiografia nas mãos e nem esfrega toalhinha ungida na ferida – Ele se trata no hospital mais caro do país! E vai lá de helicóptero!

E o mais cômico é que ele imita o seu mestre Edir Macedo em tudo e agora seu mestre o denuncia pelo crime mais grave que um picareta pode cometer contra outro: O ladrãozinho fica ambicioso e rouba o golpe do chefe e vira concorrente! Deus está nesta história?

Pra quem quiser a mesma bença do Rei do Gado  Gospel, a lojinha da Mundial já lançou o chapéu SÊ TU UM FAZENDEIRO GOSPEL, olha ai:

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Como a Universal lava o dinheiro doado pelos seus fiéis

Da Veja

Denúncia do Ministério Público Federal aponta como Edir Macedo e dirigentes da Igreja Universal fraudaram a Receita para comprar rádios e TVs

Lavagem de dinheiro, evasão e formação de quadrilha em esquema com doleiros, paraísos fiscais e empresas de fachada: tudo para ampliar o poder do bispo Edir Macedo (Reprodução de TV)

Há quinze anos, promotores tentam provar que os bispos da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), liderados por Edir Macedo, usam as doações de fiéis para financiar, de modo fraudulento, a compra de empresas e agigantar um conglomerado de comunicação que tem como principal finalidade ampliar a influência religiosa e política desse ramo evangélico.

Em 1º de setembro, o Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) denunciou Edir Macedo e três integrantes da cúpula da Iurd por formação de quadrilha, estelionato, duas modalidades de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Eles são o bispo Paulo Roberto Gomes da Conceição, a diretora financeira Alba Maria da Silva da Costa e o ex-deputado federal João Batista Ramos da Silva, que também presidiu a Iurd no Brasil. Macedo é o líder mundial da igreja.

A acusação do MPF veio à tona nesta segunda-feira. Agora, a Justiça vai decidir se aceita a denúncia e abre uma ação penal contra os integrantes da Universal. Macedo e os outros três denunciados são acusados pelo MPF de comandar e se beneficiar da lavagem de dinheiro arrecadado em cultos entre 1999 e 2005 – o período investigado. “Os pregadores valem-se da fé, do desespero ou da ambição dos fiéis para lhes venderem a ideia de que Deus e Jesus Cristo apenas olham pelos que contribuem financeiramente com a igreja”, cita o procurador da República Silvio Luís Martins de Oliveira.

Segundo a denúncia, o dinheiro das doações foi remetido ilegalmente do Brasil para os Estados Unidos e para o Uruguai, onde foi parar em contas bancárias abertas por empresas sediadas em paraísos fiscais. Criadas entre 1991 e 1992, as empresas offshore são a Investholding, sediada nas Ilhas Cayman, no Caribe, e a Cableinvest, na ilha Jersey.

Doleiros participaram da operação por intermédio das empresas de câmbio Diskline e IC, com escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro. Eles convertiam os reais que eram arrecadados junto aos fiéis em dólares depositados nas contas bancárias das offshores em Miami, Nova York e Montevidéu. Depois, o dinheiro era reconvertido em moeda nacional e aplicado na compra de veículos de comunicação no Brasil, todos registrados em nome de bispos e pessoas ligadas à Iurd. Em junho de 2005, João Batista Ramos da Silva foi descoberto quando tentava embarcar em um jatinho de Brasília para São Paulo com 10 milhões de reais em espécie.

A denúncia demonstra que a Iurd declarou ao Fisco somente uma parte do que arrecada nos cultos, apesar da a igreja ter imunidade tributária. Entre 2003 e 2006, a Universal declarou ter recebido mais de 5 bilhões de reais em doações. Segundo testemunhas, no entanto, o valor pode ser bem maior. “A Iurd parece aplicar junto à Fazenda Pública uma política que, nos moldes do que prega aos seus fiéis, também pode ser caracterizada como ‘dizimista’: declara à Receita apenas parte do que efetivamente arrecada”, diz o procurador na denúncia.

Empréstimos – De acordo com a investigação do MPF, depois de passar pelas contas das offshores, o dinheiro, devidamente legalizado, era remetido de volta ao Brasil na forma de investimentos e aquisição de cotas societárias de empresas de fachada criadas pelo grupo. Os endereços principais eram a Cremo e a Unimetro. A novidade desta vez, é que a investigação apurou que os dirigentes também se beneficiavam de “empréstimos” das offshores.

Antes, a suspeita era de que apenas laranjas e pessoas de menor expressão na hierarquia eram usadas no esquema. Mas, entre 2003 e 2006, sustenta a procuradoria, a Cremo fechou três empréstimos de quase dez milhões de reais para Alba Maria da Silva da Costa. Só sete milhões de reais foram registrados. Em outra operação, a Cremo adquiriu um jatinho executivo para a Rádio Record. A investigação sugere que a Universal e as empresas fazem parte do mesmo conglomerado.

O procurador encaminhou cópia da denúncia à área cível da Procuradoria da República em São Paulo solicitando que seja analisada a possibilidade de cassação da imunidade tributária da Iurd.

Defesa – A advogada Denise Provasi Vaz, do escritório Moraes Pitombo, que representa a Iurd e o bispo e ex-deputado federal João Batista Ramos da Silva, afirmou que a defesa ainda não teve acesso ao conteúdo da denúncia apresentada pelo MPF-SP. Para ela, as alegações contra os clientes de seu escritório são “ressuscitadas”. “Outras com o mesmo teor foram apresentadas, sem sucesso, ao longo dos últimos anos”, diz. A advogada lembra que, como há recursos pendentes para determinar qual tribunal tem legitimidade no caso, a denúncia do MPF pode novamente dar em nada.

>> Entenda a acusação do Ministério Público Federal

MAIORAL DA IGREJA UNIVERSAL PROTAGONIZA NOVAS POLÊMICAS!

Do Gospel Mais

O bispo Edir Macedo e outros três mentores da Igreja Universal do Reino de Deus, foram denunciados pelo Ministério Público Federal – São Paulo – sendo indiciados por acusação a formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, o qual vem das ofertas dada pelos fiéis. As investigações feitas apuraram que o grupo estaria usando dos serviços de uma casa de câmbio em São Paulo, para enviar dinheiro de forma ilegal para os Estados Unidos, entre 1999 e 2005.

Segundo a denúncia, os membros fiéis da IURD seriam vítimas de estelionato e os dirigentes e a diretoria da igreja costuma declarar a Receita parte do que arrecadam junto aos fiéis. Apenas entre 2003 e 2006 teriam declarado o recebimento de pouco mais de R$5 bilhões em doações, porém, segundo testemunhas, esse valor pode não ser o exato – dado valor abaixo do real. O ex-deputado federal João Batista Ramos da Silva, o bispo Paulo Roberto Gomes da Conceição, e a diretora financeira Alba Maria Silva da Costa e o bispo Edir Macedo também estão sendo acusados por falsidade ideológica, pois incluíram composições societárias falsas nos contratos sociais de empresa do grupo da IURD.

Já foi apresentada no ano de 2009 pelo Ministério Público Estadual de São Paulo uma denúncia contra Macedo e oito dirigentes, mas processo foi anulado pelo Tribunal de Justiça, em outubro de 2010. “Os pregadores valem-se da fé, do desespero ou da ambição dos fiéis para lhes venderem a ideia de que Deus e Jesus Cristo apenas olham pelos que contribuem financeiramente com a Igreja e que a contrapartida de propriedade espiritual ou econômica que buscam depende exclusivamente da quantidade de bens materiais que entregam”. Relata o procurador da República Sílvio Luís Martins de Oliveira, que foi o autor da atual denúncia contra os líderes da IURD, ao utilizar fatos que foram levantados pela investigação do Ministério Público Estadual.

Enquanto isso, Edir Macedo continua polêmico ao afirmar que a maioria dos cantores gospel é endemoniada – inclusive o pessoal do “Diante do Trono”

Depois de causar polêmica ao comparar igrejas pentecostais com centro de umbanda, o bispo Edir Macedo e outros pastores da Igreja Universal do Reino de Deus causaram revolta nos fãs do grupo Diante do Trono. Isso porque em dois programas da IURD a cantora Ana Paula Valadão foi usada como exemplo de cantores evangélicos que são “possessos por demônios”. Em um programa o líder da IURD afirmou que para ele 99% dos cantores gospel são endemoniados e perturbados. ”O diabo também promove dentro da Igreja grandes cantores, cantoras e que fazem grandes sucessos, mas aquele sucesso é justamente uma mensagem subliminar para iludir os crentes”, disse ele.

O bispo Marcio, que estava apresentando o programa com Edir Macedo, deu exemplo da cantora do DT que na última edição do Congresso Internacional de Louvor e Adoração Diante do Trono “caiu na unção” quando foi ungida por um pastor finlandês. Na igreja Universal “cair na unção” é o mesmo que cair possesso por demônios e por esse motivo o vídeo deste dia de congresso na sede da Igreja Batista da Lagoinha foi divulgado durante o programa na IURDTV . No programa “Nosso Tempo” o bispo Romualdo Panceiro reprisou o vídeo duas vezes para frisar aos telespectadores que a cantora estava possuída e que por esse motivo não cantaria mais as canções do Diante do Trono.

Resposta

Em seu Twitter, a cantora Ana Paula Valadão respondeu as críticas afirmando para seus seguidores não se preocuparem “Não se preocupem comigo qto a essas críticas…estou em paz no meu Senhor!” e até ficou feliz com o ocorrido “Interessante ser criticada por me render corpo e alma em adoração na Presença de Deus…até me regozijo por isso…não me deixarei intimidar”.

Cafetina diz que bispo Macedo pagou sua passagem de volta ao Brasil

de O Verbo

A cafetina brasileira, Andréia Schwartz, retornou a São Paulo num vôo da American Air Lines – de classe executiva. Segundo ela, teve ajuda do “bispo Edir Macedo”, da Igreja Universal do Reino de Deus, dona da Rede Record. Em retribuição, foi à emissora que ela concedeu sua primeira entrevista, por telefone.

“Só alguns veículos estão me levando a sério, como a Record. O bispo Macedo pagou minha passagem na classe executiva para eu voltar dos EUA”, afirmou ela. Ao ‘Estado’, o Departamento de Jornalismo da TV Record negou que tivesse pagado a passagem, mas admitiu que o correspondente da emissora viajou no mesmo vôo.

Ex-governador

Testemunha-chave no escândalo que derrubou o governador do Estado de Nova York, Andréia Schwartz disse ter intermediado encontros para Eliot Spitzer. O ex-governador de Nova York Eliot Spitzer, que deixou o cargo depois que descobriram seu relacionamento com a prostituta Ashley Alexandra Dupre, de 22 anos, também recorreu aos “serviços profissionais” da brasileira Andréia Schwartz, 33 anos, que desembarcou no sábado no Brasil.

Andréia admitiu ter atendido o ex-governador, para quem intermediou encontro com “modelos”. Cópias dos e-mails trocados entre os dois, segundo ela, foram apreendidas pela polícia americana em seu apartamento. A capixaba nega que explorasse a prostituição em Nova York, tal como foi condenada. Segundo explicou, apenas agenciava “modelos”. “Como estava envolvida com modelos e algumas pessoas do poder, eu fiz algumas festas, alguns jantares. Apresentei (as “modelos”) a pedido deles”, argumentou.

Entre os clientes famosos figuravam, segundo descreveu, “milionários, bilionários, assessor do governo, assessor do Giuliani” (ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani). Ela negou existir lista com nome de clientes preferenciais. Segundo foi divulgado, o governador era o nono nesta listagem. Andréia atribuiu a denúncia de envolvimento com a prostituição e porte de drogas como conseqüência do que classificou como sucesso pessoal no mercado. Ela admitiu que iria ganhar US$ 5 milhões por ter se associado a um grupo de italianos na compra de um andar de um hotel próximo do Central Park, mas disse que o flagrante de porte de drogas teria sido forjado. “A polícia plantou drogas na minha casa em 2006, quando fui presa. Nesse dia, tinha 12 pessoas na minha casa, que era muito bem freqüentada. A polícia pegou todo mundo, mas, como a casa era minha, só eu fui presa”, afirmou.

Ela negou ainda ter feito qualquer denúncia para negociar benefícios da Justiça. Disse que recusou propostas feitas por policiais e promotores, como a de ganhar uma nova identidade para que denunciasse pessoas envolvidas com o crime. Andréia não especificou, porém, que tipo de acordo fez. Apenas reclamou que a polícia americana não lhe deu o dinheiro prometido.