O preço do amor à liberdade em Mianmar

AUNG SAN SUU KYI, ativista política e Nobel da Paz, se defende de acusação em Tribunal de Mianmar, numa sessão às portas fechadas

Do Blog Pr. Artur

A líder pró-democracia de Mianmar, Aung San Suu Kyi, disse nesta sexta-feira durante seu julgamento que não cometeu nenhum crime, segundo informações divulgadas pelo advogado dela. Suu Kyi, vencedora do prêmio Nobel da Paz, começou a ser julgada na segunda-feira, acusada de ter violado os termos de sua prisão domiciliar ao permitir que um homem americano entrasse em sua casa.
O americano John Yettaw atravessou a nado um lago para chegar à casa em que ela estava confinada. O advogado de Suu Kyi insiste que Yettaw não havia sido convidado para uma visita.
A libertação da oposicionista estava prevista para maio, mas, com as novas acusações, ela pode pegar até cinco anos de prisão.

Analistas dizem que o governo militar de Mianmar está tentando usar as acusações como um pretexto para manter Suu Kyi presa durante as eleições, marcadas para o ano que vem. O advogado Nyan Win disse que a declaração da líder oposicionista foi feita quando a promotoria fazia suas considerações finais.

“Aung San Suu Kyi disse: ‘Eu não tenho culpa porque não cometi nenhum crime'”, disse o advogado. Ele afirmou ainda que o julgamento, realizado a portas fechadas na prisão de Insein, em Yangun, irá ser retomado na segunda-feira, quando a defesa apresentará seus argumentos.

NOTA Pr. Artur: A tolerância global com ditaduras cruéis como a de Mianmar é uma prova da completa e total ineficiência dos (pseudo) órgãos que existem para a fomentação da paz, harmonia e respeito aos direitos humanos. Não se vê quaisquer críticas significativas ao tirânico regime de Mianmar (antiga Birmânia), nem quando os líderes militares comunistas fizeram um ´bloqueio´ à ajuda internacional no furacão que matou dezenas de milhares de civis, em 2008. O regime não presta, o povo o detesta, a ONU sabe muito bem disso, mas os interesses políticos falam mais alto e quem sofre é a gigantesca maioria da população, cuja voz é sufocada de maneira cínica e arbitrária, como é o caso recente envolvendo a ativista Aung San. Oremos para que o Evangelho da graça de Deus adentre as fronteiras daquele país (que inclusive persegue cristãos) e provoque uma mudança radical em sua sociedade! Toda ela!

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